Pai Obaluaiê-Trono Masculino da Evolução!
Obaluaiê é o Orixá que atua na Evolução e seu campo preferencial é aquele que sinaliza as passagens de um nível vibratório ou estágio da evolução para outro.
O Orixá Obaluaiê é o regente do pólo magnético masculino da linha da Evolução, que surge a partir da projeção do Trono Essencial do Saber ou Trono da Evolução.
O Trono da Evolução é um dos sete Tronos essenciais que formam a Coroa Divina regente do planeta, e em sua projeção faz surgir, na Umbanda, a linha da Evolução, em cujo pólo magnético positivo, masculino e irradiante, está assentado o Orixá Natural Obaluaiê, e em cujo pólo magnético negativo, feminino e absorvente está assentada a Orixá Nanã Buruquê. Ambos são Orixás de magnetismo misto e cuidam das passagens dos estágios evolutivos.
Ambos são Orixás terra-água (magneticamente, certo?). Obaluaiê é ativo no magnetismo telúrico e passivo no magnetismo aquático. Nanã é ativa no magnetismo aquático e passiva no magnetismo telúrico. Mas ambos atuam passivamente, o outro atua ativamente
Nanã decanta os espíritos que irão reencarnar e Obaluaiê estabelece o cordão energético que une o espírito ao corpo (feto), que será recebido no útero materno assim que alcança o desenvolvimento celular básico (órgãos físicos).
É o mistério “Obaluaiê” que reduz o corpo plasmático do espírito até que fique do tamanho do corpo carnal alojado no útero materno. Nesta redução, o espírito assume todas as características e feições do seu novo corpo carnal, já formado. Muito associam o divino Obaluaiê apenas com o Orixá curador, que ele realmente é, pois cura mesmo! Mas Obaluaiê é muito mais do que já o descreveram. Ele é o “Senhor das Passagens” de um plano para outro, de uma dimensão para a outra, e mesmo do espírito para a carne e vice-versa. Espero que os Umbandistas deixem de temê-lo e passem a amá-lo e adorá-lo pelo que ele realmente é: um Trono Divino que cuida da evolução dos seres, das criaturas e das espécies, e que esqueçam as abstrações dos que se apegaram a alguns de seus aspectos negativos e os usam para assustar seus semelhantes.
Divindade: Obaluaiê
Linha: Telúrica
Pedra: Turmalina Negra
Irradiação: Evolução
Vela/Cor: Branca ou Branca e Preta, Violeta
Sincretismo: São Lázaro
Saudação: Atotô!
Ponto de Força: Cruzeiro do Campo Santo
Oferendas/Rituais
Pai Obaluaiê: Velas branca, violeta, branca e preta, pipoca, coco fatiado coberto com mel, água potável colocados em copo, vinho rose licoroso, rosas brancas, margaridas, crisântemo. Pode oferendá-lo no cruzeiro do cemitério, beira mar ou beira de um lago. Oferendamos este Orixá para pedir que Ele nos ajude em nossa evolução espiritual e que nos traga a sabedoria junto com a paciência – a sapiência. Ele é o Senhor das Passagens, portanto é ele quem permite a nossa passagem de um nível para outro, isso quer dizer que é ele quem nos conduz e quem abre as porteiras em nossas mudanças de estágios ou graus espirituais, por isso é a Ele que clamamos quando nos encontramos estagnados e paralisados. Também é Ele quem nos conduz nas mudanças de estado encarnado para desencarnado e vice-versa, ou seja, é ele quem acolhe os espíritos que acabaram de desencarnar, assim como conduz os espíritos que irão reencarnar. A Ele pedimos estabilidade, proteção e sabedoria anciã. Também pedimos para transmutar e transformar nossos sentimentos, portanto, é Ele quem permite e proporciona a cura da alma.
Ervas Quentes(Descarrego): Alho desidratado ou casca de alho,cebola desidratada ou a casca da cebola,cipó cruz,valeriana,garra do diabo,mamona,picão preto,fumo(tabaco),chorão. Verbos atuantes nas ervas quentes:Contagiar,decantar,transmutar.
Ervas Mornas(Equilibradoras):Barba de velho,sálvia,damiana,salsaparrilha,sete sangrias,trapoeraba,sabugueiro flor,beterraba folhas,catinga de mulata,ipê roxo,lantana,umbaúba,arroz,velame... Verbos atuantes nas ervas mornas:Estabilizar, flexibilizar, curar, sanar, sarar, converter...
Obaluayê é a Divindade que está assentada no pólo positivo ou irradiante da Linha da Evolução, que é a sexta Linha de Umbanda. É o Trono Masculino da Evolução, que representa e irradia a Vibração Divina que promove a Evolução contínua de todos os seres e elementos da Criação.
Como Orixá Universal, Obaluayê irradia, o tempo todo, Sagradas Energias que nos fazem dar um passo à frente; inclusive transmutando ou modificando de forma positiva todo e qualquer sentimento, pensamento ou energia contrária à nossa evolução. Essa atuação se dá por meio da luz violeta, essencialmente transmutadora, a freqüência mais alta de todas as cores do arco-íris. Por trás da simplicidade com que o Divino Pai Se manifesta entre nós, está presente “a chama violeta”, preciosa e Divina.
Muito associam Obaluayê apenas à idéia do Orixá Curador, “o Médico Sagrado da Umbanda”, que Ele realmente é. Mas Obaluayê representa mais que isto: Ele é o Senhor das Passagens de um plano para outro, de uma dimensão para outra, de um estado ou condição para outra, e mesmo do espírito para a carne e vice-versa, pois atua diretamente no processo reencarnatório. É um Trono Divino que cuida da evolução dos seres, das criaturas e das espécies, por meio da irradiação dos Fatores Transmutador e Evolucionista.
O Fator Transmutador de Pai Obaluayê tem por função transmutar não apenas uma situação particular da nossa vida, como também a de transmutar a ação dos outros Fatores: é a Transmutação Divina atuante em toda a Criação. Transmutar significa transformar o negativo em positivo. Já o seu Fator Evolucionista ou Evolutivo tem por função criar as condições necessárias para a evolução dos seres, correspondendo, portanto, à Presença da Evolução atuante na Criação.
Na Umbanda, Obaluayê é geralmente sincretizado com São Roque e com São Lázaro. Em poucas regiões do país seu sincretismo é com São Sebastião.
São Roque, celebrado em 16 de agosto, é o santo católico protetor contra a peste e também o padroeiro dos inválidos e dos cirurgiões. Sua imagem mostra que tem ferimentos nas pernas; ao seu lado aparece um cachorro. Por sua vez, São Lázaro é um santo católico muito invocado para a cura de dores morais e físicas, sendo festejado em 17 de dezembro. Sua imagem mostra o santo coberto de feridas e um cachorro que lambe essas feridas. Observa-se que o cachorro, que aparece ao lado dos dois santos, é um animal que também entra no Mistério de Obaluayê e de Omolu.
O nome Obaluayê significa: “o Rei e Senhor da Terra” (Oba=Rei; Lu= Senhor; Ayê= Terra). Obaluayê é o Rei e Senhor do elemento terra e da matéria ou do mundo material. É conhecido como o Rei das Almas do Ayê, o Senhor das Almas.
O Trono da Evolução é um dos sete Tronos Essenciais que formam a Coroa Divina Regente do nosso planeta. Na Umbanda, ele projeta a Linha da Evolução, que é regida por Obaluayê (Orixá Masculino e Universal) e Nanã (Orixá Feminino e Cósmico).
Obaluayê e Nanã são Orixás que cuidam das passagens dos estágios evolutivos de todos os seres e elementos. Dão a sustentação energética Divina para que alcancemos o próximo passo do caminho evolutivo, para a subida dos degraus do caminho da evolução. Eles nos encaminham para dar o passo à frente e deixar para trás o que não serve mais para a nossa vida, despertando em nosso íntimo o desapego, a perseverança, a humildade, a paciência, a sabedoria adquirida com a experiência etc. Por isso, Obaluayê e Nanã regem o Mistério Ancião, dentro do qual trabalham os Pretos Velhos. O Mistério Ancião também está ligado aos Orixás Oxalá e Oyá-Tempo, envolvendo as noções de Espaço-Tempo. Este Mistério de Deus está voltado para a estrutura daqueles que se manifestam como “Velhinhos”- trazendo Sabedoria, Paciência, Experiência, Vivência, ausência de ansiedade diante do tempo e tudo o que representa a libertação pelo conhecimento verdadeiro, um conhecimento adquirido e posto na prática, trazendo a Sabedoria. O “Velho” (curvado, com o caminhar lento etc.) é o arquétipo daquele que passou pelas eras e se estabilizou no tempo, carregando Conhecimento e Sabedoria. O “Velho” é aquele que nos faz acreditar, que nos emociona e que nos convence porque toca lá dentro da nossa alma. Quem nunca se emocionou diante da Simplicidade, da Humildade e do extremado Amor de um Preto Velho? Quantas vezes “o olhar” de um Preto Velho transformou vidas, trouxe esperança, abrandou corações? Os Pretos Velhos carregam justamente o magnetismo da Sabedoria, da Humildade e da Bondade, com o poder transformador das Energias que lhes são características e que provêm das Irradiações do Sagrado Trono da Evolução.
Evoluir é sair de um nível de consciência e alcançar outro, alcançar outra realidade. Evoluir é fazer uma passagem de uma condição para outra condição melhor. Obaluayê é o Orixá que nos ajuda a fazer a passagem, já que passagem é aqui sinônimo de evolução. O maior simbolismo de passagem é o desencarne, a passagem do mundo material para o mundo espiritual. Logo, o campo santo ou cemitério é um lugar sagrado, é o sítio sagrado de Obaluayê, assim como de Nanã Buroquê e de Omolu. O cemitério é “a casa de Obaluayê”, para onde todos nós iremos um dia. Precisamos aprender a enxergar o cemitério como lugar sagrado, aprender a ver a Presença de Deus e de Obaluayê naquele lugar sagrado que está destinado a receber nossos restos mortais, afastando idéias de medo e temor, que não se justificam mais nos tempos de agora.
Os pontos de força de Pai Obaluayê são o cemitério (a calunga pequena) e a beira mar, este chamado também de calunga grande (porque nele eram jogados os corpos dos escravos mortos nas viagens forçadas da África para o Novo Mundo).
No processo da reencarnação, é também marcante a Presença de Pai Obaluayê e de Mãe Nanã. A reencarnação é a passagem do ser do plano espiritual para a realidade material.
O Mistério Obaluayê reduz o corpo plasmático do espírito ao tamanho do corpo carnal alojado no útero materno. Nesta redução, o espírito assume todas as características e feições do seu novo corpo carnal, já formado. O Divino Pai Obaluayê estabelece o cordão energético que une o espírito ao corpo (feto). E Mãe Nanã decanta o mental dos espíritos que irão reencarnar, apagando a memória das suas encarnações anteriores, para que possam recomeçar de forma proveitosa.
Obaluayê é associado à Sabedoria, à Maturidade e à Ponderação, bem como aos planetas Saturno e Júpiter.
Seu número é o quatro, que representa: o mundo material; os 4 pontos cardeais; os 4 elementos; o Alto/Embaixo/Direita/Esquerda; o quadrado. Simboliza a concretização do Divino no plano material.
Seu primeiro elemento é a terra e o 2º elemento é a água.
Obaluayê e Nanã são Orixás que atuam magneticamente nos elementos terra e água. Obaluayê é ativo no elemento terra e passivo no elemento água. É um Orixá terra/água. Inversamente, e como seu par complementar, Mãe Nanã é ativa no elemento água e passiva no elemento terra. Ela é um Orixá água/terra.
Oferenda: Velas brancas e violetas e ou bicolores branco/preto; vinho rosê licoroso, água potável, água de coco, mel; uma porção de pipocas estouradas na areia ou em azeite de oliva virgem; coco seco fatiado e coberto com mel e pipocas; rosas, margaridas e crisântemos brancos ou de cor lilás. Montagem: Cobrir o solo com as pipocas, no formato de uma cruz, e sobre ela dispor o coco fatiado coberto com mel e pipocas. Em torno, despejar os líquidos. Circular com as flores. Firmar as velas, fechando com elas toda a oferenda.
Local da oferenda: No cruzeiro do cemitério, à beira-mar ou à beira de um lago.
Quando oferendar: Em toda situação na qual precisemos superar uma grande dificuldade, para alcançar uma condição melhor. Exemplos: para atravessar uma doença de difícil tratamento; para obter a cura de males físicos e morais; para enfrentar e superar vícios; para superar pensamentos, sentimentos e emoções negativos que se repetem; para recuperar autoestima e autoconfiança; para superar qualquer atuação negativa que esteja nos atingindo (magias negativas, projeções mentais negativas etc.). Pedir ao Divino Obaluayê que nos dê sabedoria, paciência e tranquilidade para enfrentar e superar aquela condição negativa e assim alcançarmos um estágio mais favorável, evoluindo até chegar à cura. A cura é sempre um processo interno, pois depende primeiro que o indivíduo se disponha intimamente a modificar suas reações aos problemas externos, para então conseguir superá-los definitivamente.
Cozinha ritualística:
1- Arroz branco ligeiramente cozido e coberto com pipocas feitas no azeite de oliva. Cobrir o arroz com a pipoca. Enfeitar com fatias de pão integral (ou de pão preto) regadas com azeite de oliva, cuidadosamente cortadas em forma de cruz.
2-Milho de pipoca estourado numa panela com areia. Depois de peneirar a areia, essa pipoca é colocada num alguidar ou tigela (de louça branca ou de barro) e enfeitada com uma bisteca de porco passada no dendê e com pedacinhos de coco. Também se usa colocar apenas tirinhas de coco sobre a pipoca.
3-Costela de porco com fava branca: Cozinhar ligeiramente meio quilo de costela de porco. Refogar no dendê, com 1 cebola roxa picadinha, e reservar. Em separado, cozinhar por alguns minutos meio quilo de fava branca e escorrer a água. Aquecer um pouquinho de azeite de dendê e nele passar ligeiramente a fava. Colocar a fava numa vasilha de louça branca ou então num alguidar forrado com folhas de taioba ou folhas de mostarda. Sobre a fava, colocar a costela de porco.
4- Purê de mandioca com feijão preto: Cozinhar a mandioca, amassar e preparar o purê: refogar no azeite de oliva 1 cebola picada (branca ou roxa), colocar a mandioca, uma pitada de sal e um pouco de leite, mexendo até dar o ponto. Em separado, cozinhar ligeiramente o feijão preto e escorrer a água. Refogar em azeite de oliva com cebola picada e uma pitada de sal. Forrar uma louça branca ou um alguidar com folhas frescas de sálvia e por cima colocar: na metade do vasilhame, o purê de mandioca; na outra metade, o feijão. (Fica um prato “branco e preto”.)
5- Estourar pipocas no azeite de oliva consagrado e com elas formar quatro fios de pipoca (enfiando-as em pedaços de linha branca ou violeta). Dispor os fios de pipoca em forma de cruz e rodear com crisântemos brancos. Aspergir água de coco em torno (colocar um pouco de água de coco na boca e ir “soprando”, para que ela vá caindo em volta da cruz).
Alguns Caboclos de Obaluayê: Caboclo Beira-Mar (regência de Yemanjá e Obaluayê), Caboclo Guiné (Oxóssi/Obaluayê), Caboclo Arruda (Oxóssi/Obaluayê).
Também os Caboclos Velhos ou Pajés Curadores. Alguns deles: Caboclo Pena Branca Velho (Oxalá/Obaluayê), Caboclo Tupinambá Velho (Oxalá/Obaluayê) etc.
Alguns Exus de Obaluayê: Exu das Almas, Exu Caveira (Omulu/Obaluayê), Exu Bananeira, Exu Molambo, Exu Porteira, Exu Sete Porteiras, Exu do Lodo (de Obaluayê,Yemanjá e Nanã).
TRONO Masculino da Evolução
Linha da Evolução (6ª. Linha de Umbanda)
Fator: Transmutador (Fator Puro) e Evolucionista (Fator Misto)
Sentido/Essência: Evolução/Transmutação
Elemento: Terra (1º. Elemento) e água (2º. Elemento)
Polariza com Nanã
Cor Branco, violeta, prateado, bicolor branco/preto
Fio de Contas: Contas brancas e pretas; ou de contas brancas com listras pretas; ou de contas brancas e vermelhas entremeadas de búzios.
Ferramentas: O xaxará (espécie de vassoura de fios de palha da costa e enfeitada com búzios); o manto e o capuz de palha da costa
Símbolos: O cruzeiro; a cruz; o octógono (a “cruz” de oito braços, cujo desenho lembra um asterisco); a palha da costa.
Ponto na Natureza: O cemitério (a calunga pequena) e o mar (a calunga grande)
Flores: Crisântemos (de cor branca e ou lilás), violetas, flores do campo e margaridas
Essências: Alecrim, guiné Pedras: Turmalina negra, basalto. Dia indicado para a consagração da pedra: 2ª feira- Hora indicada: 11 horas.
A Turmalina Negra transforma campos magnéticos negativos em positivos. Em nosso corpo, temos: do lado esquerdo, íons negativos (carga negativa eletromagnética, o que não significa “negativo de ruim”), é o nosso lado Yin ou receptivo (por onde recebemos influências do Universo). Se tivermos excesso desses íons negativos, sentiremos o corpo pesado e para ter equilíbrio podemos usar uma turmalina negra, pois ela absorve o excesso de íons negativos e os transforma em íons positivos, equilibrando-nos. Do lado direito do nosso corpo temos cargas positivas ou íons positivos, é nosso lado Yang ou ativo. Um excesso de íons positivos faz a pessoa ficar “fora do ar”. E a turmalina preta também traz equilíbrio, absorvendo o excesso de íons positivos e transformando-os em íons negativos, equilibrando nossa carga eletromagnética. A turmalina preta também ajuda a tirar dores e inchaços (no joelho, por exemplo), retirando o excesso de íons que ali se localizou. Fonte: Angélica Lisanty.
Metal e Minérios
Minério - Cassiterita- Dia indicado para a consagração: sábado- Hora indicada: 11 horas.
Metal: Chumbo
Chakra: Esplênico (na altura do baço). Glândula relacionada: Pâncreas, que desempenha um papel importante na digestão dos alimentos e na secreção de insulina pelo organismo.
Saúde: Abdomem, estômago, fígado, parte inferior das costas, sistema digestivo, sistema nervoso central, bílis e bexiga. Planeta: Saturno e Júpiter
Dia da Semana: Sábado (Umbanda) Segunda Feira (Candomblé)
Saudação: Salve nosso Pai Obaluayê! Resposta: - Atotô, Obaluayê! (Significa: Silêncio, o Velho e Sábio chegou e deve-se fazer silêncio diante d’Ele).
Bebida Vinho rosê licoroso, água potável ou mineral, água de coco, suco de laranja lima (também conhecida como serra d’água, é uma laranja bem docinha), café, café com aguardente, café com canela
Animais: Cachorro
Comidas: Pipocas, fruta do conde, abacaxi, uva preta, coco seco, ameixa escura, amendoim, café, carambola, mandioca, amendoim, milho verde, laranja lima (ou serra d’água).
Números:04
Data Comemorativa: 16 de agosto
Sincretismo: São Roque, celebrado em 16 de agosto.
Também sincretiza com São Lázaro, este festejado em 17 de dezembro.
Incompatibilidades
No Culto de Nação e no Candomblé os fiéis respeitam algumas “quizilas” ou incompatibilidades em relação a Obaluayê: carne de carneiro; peixe de água doce e de pele lisa; caranguejo; banana-prata; jacas; melões; abóboras e frutos de plantas trepadeiras; o agbalín (antílope); a galinha de angola (sonu); e um peixe chamado sosogulo, cujas espinhas são atravessadas. As oferendas indicadas são os cabritos, galos, feijão e inhame, além da tradicional pipoca (doburu ou deburu).
Qualidades:Registram-se várias Qualidades atribuídas a esse Orixá: Jagun Agbagba (ligação com Oyá); Omolu; bàluáyê;Soponna/Sapata/Sakpatá; Afoman/Akavan/Kavungo (ligação com Exu), Savalu/Sapekó (ligação com Nanã); Dasa; Arinwarun (wariwaru) título de Xapanan; Azonsu/Ajansu/Ajunsu (ligação com Oxalá, Oxumaré); Azoani (ligação com Yemanjá e Oyá); Posun/Posuru; Agoro; Tetu/Etetu; Topodun; Paru; Arawe/Arapaná (ligação com Oyá); Ajoji/Ajagun (ligação com Ogun, Oxagian); Avimaje/Ajiuziun (ligação com Nanã, Ossain); Ahoye; Aruaje; Ahosuji/Segí (Ligação com Yemanjá, Oxumaré/Besén).
As Qualidades mais conhecidas são: Sapata, Xapanan, Xankpanan, Babalu, Azoane, Ajagum, Ajunsun e Avimage.
Nenhum comentário :
Postar um comentário